NA PRÓXIMA ELEIÇÃO, COMO VOCÊ DECIDIRÁ EM QUAL CANDIDATO VOTAR?
Eis aqui uma questão que deveria ser bem analisada e refletida antes da emissão de qualquer opinião, visto que tais parâmetros que envolvem a vida de um candidato repercutirão, muitas vezes, decisivamente em nossas vidas.
A enquete proposta nos leva a pensar nos fatos que realmente dominam e engrossam o caldo da política brasileira e ainda nos faz questionar: Será que este item no qual estou votando realmente vai pesar na hora do meu voto? Se você diz uma coisa e faz outra; está sendo incoerente. E pelo que observamos, o principal motivo que leva nossa comunidade à incoerência é a corrupção eleitoral. Além da falta de percepção à máfia eleitoreira e do evidente despreparo para votar. Ainda não temos um ágil sistema de proteção contra os crimes eleitorais, que muito nos fragiliza.
A maioria das pessoas que opinam, quer seja na enquete ou fora dela, afirmam que vão votar em um candidato, com base apenas em suas propostas, quando na verdade sabemos quem vai ganhar é àquele que conseguir mobilizar, persuadir, agitar, articular, gargalhar, festejar, zoar, prometer, se comprometer e principalmente, segundo cientistas políticos de plantão: 80% das pessoas votam naquele que tem a "mala preta" bem cheia de Real, Dólares e ou até Euros.
As ações que levam um político ao poder rompem as barreira do tempo, transpassando gerações e sempre envolvendo trabalhos públicos. Pode até surgir um “candidato furão”, entretanto, a história da política de nossas comunidades nos mostram que este fato é bem raro. Façamos o retrospecto das últimas administrações de Pedreiras: Pedro barroso (Médico, trabalho realizado, grupo), Graça Melo (Família política, grupo), Edmílson Filho (Dentista, família e grupo), Raimundo Louro (Empresário, grupo), Lenoílson (Médico, trabalho realizado, grupo).
Quase na totalidade dos casos, o concorrente de uma vaga político eletiva é inserido em algum grupo social importante ou descende dele, tem um histórico norteado por ações humanístico-empreendedoras, uma boa articulabilidade, engajamento em causas diversas e trabalho de grupos em torno de si.
As pessoas em geral não têm muito que fazer. Ficam cercadas em meio a “caciques e paredões políticos” Conchavos na verdade é que define todo o processo, alianças alvitradas são as reais proposições.
Um nome novo? Coitado. Pra onde vai sem o povo carregando? Ser vereador ou simplesmente um bom cabo eleitoral.
Deposito minha esperança nos bons exemplos de outrora, na experiência dos Presentes e na promissora juventude informatiza de hoje. Espero romper esta geração e poder contribuir para uma nova política sem muitas metonímias e lexicologias.
Viva a Geração Y!








