
Estamos entrando "nos finalmentes" de 2011, ano meio morno sem grandes variações climato-politícas, mas com muitas projeções ascendentes, algumas em touro outras em libra. Este ano em especial devem-se ser analisados a tríade anal que conduziu, em boa parte, o rumo de nossos fiofós no tocante à coisa pública – Que coisa mais escatológica!
Prefeitura, secretarias, câmara de vereadores todos na mesma sinergia engajados... em... em.. engajados. Não importa! Podem ter a certeza que estes três anos que passaram se fizeram satisfatórios na vista de quem foi bem atendido. Agora, não me perguntem estatísticas pois estou mais para humanista, deixo a crítica ou cálculos para os analistas de plantão.
Já que entramos no campo das ciências ocultas, digo: exatas, levantamos alguns postulados sobre anos de políticos
Postulado 1 - A medida que temporalmente se aproxima a mudança de estágios públicos, as incógnitas x e y somatizam-se e crescem em progressão geométrica, fazendo com que a atividade da tangente nos gabinetes políticos gere exotermicamente grande quantidade de energia na queima de valores hipoteticamente obtusos.
Postulado 2 – O quadrado do loteamento não é da hipotenusa, pois a soma dos catetos opostos ao cubo faz uma equação binominal virar laranja.
Postulado 3 – A taxa global de esquecimento e lembrança é diretamente proporcional ao gasto percentual na campanha, no entanto, observa-se um decréscimo da memória do cidadão no transcorrer do tempo.
Postulado 4 – Existem infinitos cabos eleitorais no universo, pesquisas eleitorais, corruptos e formas de corrupção dentro da reta e fora dela.
Postulado 5 – Se dois ou mais pontos distintos estão na reta, cuidado, pode ser que surja um ponto corruptível que fará com que a reta vire um círculo.
Postulado 6 – A compra e venda em ano político são grandezas diretamente proporcionais, devendo-se levar em consideração a alienação e montante de dinheiro aplicado nas equação compostas.
Postulado 7 – 1 metro pode ser 4 quando aplicado o Teorema do Superfaturamento, onde F=faturamento ou custo real para a população, L=laranjas, V=verba e W=variável de corrupção. Equação: F=L.V + (L2.W), Ex: Se 1 km de asfalto custa 90,000 reais e tem 2 laranjas envolvidos na transação e coeficiente de corrupção é 0,4 então, faturamento real será:
Aplicando: F=2.90,000.(2+0,4) => F=180,000.1,6 => F = 288,000 R$
Faça também sua teoria, mande seus cálculos, faça seus postulados, vamos escrever um livro sobre corrupção e estudar caso a caso, pois a corrupção não tem valor, quem perde sempre é a maioria que fica de fora.
Breve mais postulados.








